
Em virtudes demasiadas criei a ilusão do que sempre quis
Inocente, bobo, até que a criação deu-se por desfeita
Agitar-me-hei agora que vi a luz perpetrar as grossas paredes da caverna platônica?
Face à face com a realidade, acomodado com a ilusão, o que surgirá desta antagônica relação?
Situo-me no colapso de tudo que acordei, devo eu ater-me às migalhas do rotineiro?
Removeram-me o chão, o céu, os ventos e as águas, não há nada, exceto eu, estranho será a falta do que me foi retirado ou a liberdade que me foi concedida?
Dê-me a linha, para que eu possa pisar, limitar-me, viver feliz.
Inocente, bobo, até que a criação deu-se por desfeita
Agitar-me-hei agora que vi a luz perpetrar as grossas paredes da caverna platônica?
Face à face com a realidade, acomodado com a ilusão, o que surgirá desta antagônica relação?
Situo-me no colapso de tudo que acordei, devo eu ater-me às migalhas do rotineiro?
Removeram-me o chão, o céu, os ventos e as águas, não há nada, exceto eu, estranho será a falta do que me foi retirado ou a liberdade que me foi concedida?
Dê-me a linha, para que eu possa pisar, limitar-me, viver feliz.


